quarta-feira, 30 de julho de 2008

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Não vejo forma de conseguir visitar a exposição do Corbusier em Lisboa...

segunda-feira, 14 de julho de 2008

Conferência das Cidades | Augusto Mateus

No contexto da Ambitech Açores 2008, que decorreu em Ponta Delgada, assisti a uma excelente conferência intitulada "Reabilitação Urbana" proferida por Augusto Mateus.
Curiosamente foi a palestra deste economista, autor do conhecido Plano Mateus, que mais interesse me despertou. Estando ele a preparar o Plano de Ordenamento do Território da Ota, defende que as cidades devem ter passado, presente e futuro, e que os políticos devem pensar menos no presente e mais no futuro.
Segundo o orador é necessário gerir os grandes ciclos de vida da urbe, integrar os eixos de sustentabilidade, preservar a diversidade arquitectónica, reabilitando o Património edificado e renovando os centros históricos. Mudar o paradigma dos modelos de habitação, produzir e manter "habitats" em vez de "Casas", equilibrar arrendamento e propriedade e fomentar o espaço de acção de empresas qualificadas. Fundamental também é relançar a atractividade dos fundamentos das "cidades", espaço de oportunidades, mobilidade, liberdade de escolha, "passeio público", conhecimento e cultura.
Gerar dinâmicas de coesão, favorecer a integração social, reabilitar bairros sociais, tendo em conta que as periferias devem ser cuidadas tal como os centro urbanos.
Inprescindivel fomentar as sinergias entre as diferentes funções urbanas (trabalhar, viver, aprender, conhecer, mover, visitar) favorecendo o aprofundamento da diferenciação e oferecendo novos espaços e oportunidades para a criatividade. Envolver nas operações de regeneração urbana uma dimensão relevante de maturação das "cidade do consumo e lazer", "cidade da cultura" e "cidade do conhecimento" aproveitando as oportunidades duradouras dos fluxos turísticos qualificados... em paralelo a tudo isto pensei em Angra do Heroísmo e no dilema de como poderemos "agarrar" e enfrentar este desafio.

"A cidade começa a definhar quando se começa a perder mobilidade."

domingo, 13 de julho de 2008

São Miguel | Arquitecturas


Edifício baixa de Ponta Delgada



Universidade dos Açores, edifício da Biblioteca


Portas do Mar, Arqt. Manuel Salgado

Urbanização de Santa Rita, Fajã de Baixo


Hotel Monte Palace


Casa Pacheco de Melo, Arqt. Pedro Maurício Borges

Habitação na Caloura

Habitação na Caloura

Igreja do Convento da Caloura

Vista da zona balnear da Caloura e Convento

Habitação na Caloura
Habitação na Caloura

Habitação baixa de Ponta Delgada
BCA de Vila Franca do Campo

segunda-feira, 7 de julho de 2008

Poesia | Arquitectura

"(...) o amor é uma obra construída a quatro mãos (...)"

in Vôo da Garça de Luís Represas

Nota Importante

Quero esclarecer que, de acordo com informações fornecidas pelo Grupo Barcelos, a legalidade da construção referida no texto anterior deste blogue, não poderá ser colocada em causa, pois aquando do licenciamento da obra o PDM- Plano Director Municipal ainda não tinha entrado em vigor.

sábado, 28 de junho de 2008

Entrada na Cidade de Angra do Heroísmo!

O percurso de chegada à cidade de Angra do Heroísmo através da via rápida está cada vez mais "interessante"! Para além da gincana, de forma atenta, que temos de efectuar para chegar à cidade Património Mundial, agora, onde o visitante que desconhece a ilha pode vislumbrar pela primeira vez o Monte Brasil, pode também observar a volumetria de um armazém em construção com uma escala considerável...
Lamento imenso que isto tenha acontecido... ainda mais tendo em conta que poderia ter sido implantado na zona industrial mais adiante onde se localizam já algumas empresas.
Tenho conhecimento que esta zona no PDM- Plano Director Municipal está definida como Reserva Agrícola Regional. Segundo o Artigo 29 do referido plano podemos ler:

1. A construção e a utilização do solo nos espaços agrícolas integrados na Reserva Agrícola Regional (RAR) quando admissível, nos termos da legislação especialmente aplicável, encontra-se condicionada ao cumprimento dos seguintes parâmetros e condições:

a) Em parcelas com área superior a 5.000m2, para habitação;
b) N.º máximo de pisos – 2 pisos
c) Cércea máxima - 7 m;
d) Área máxima de construção – 300 m2;
e) Afastamentos mínimos da construção ao limite do lote:
- frente – 5 m
- lateral – 3 m
- tardoz– 4 m
f) Sem prejuízo do disposto nas alíneas anteriores, poderá em qualquer caso, ser autorizado a construção de instalações de apoio à agricultura;
g) As reconstruções e ampliações podem ser efectuadas desde que autorizadas pelo organismo que tutela estes espaços, e não violem as alíneas b), c) e d).
Bem, de uma habitação não se trata certamente, então resta-nos as instalações de apoio à agricultura... mas que "instalações"... e não terão mais de 300m2 de área de construção, e a cércea mais de 7m?!
Talvez me esteja a escapar algo na legislação, quem quiser que me elucide, agradeço.
Não basta proteger e regular com cuidado a Zona Classificada de Angra do Heroísmo e a sua zona de protecção, também há que ter cuidado na periferia, nas zonas de aproximação à cidade, pensar no Todo, no geral. Será este o "desenvolvimento" que queremos para a ilha?


sexta-feira, 27 de junho de 2008

Pico | Arquitecturas


Piscinas Ribeiras

Piscinas Ribeiras

Piscinas Ribeiras e Centro de Artes e Ciências do Mar


Forte de Santa Catarina, Lajes do Pico

Forte de Santa Catarina, Lajes do Pico
Ermida de Almagreira, Lajes do Pico

Ermida de Almagreira, Lajes do Pico

Edifício da Filarmónica de São Roque

Santo Amaro, São Roque


Museu da Vinha
Cemitério de São Roque